Marcelo Delfino disse...
Só lamento que Luciana rejeite a ideia de se tornar porta-voz política das necessidades da comunidade da qual faz parte: a dos portadores de deficiência. Sendo uma ex-modelo em ascensão, ela teria alguma visibilidade. Mas ela é resignada demais. E temos que pensar também que a novela está no fim, a moça ainda não casou e ainda não deu à luz os dois filhos gêmeos, para contrariar aquela sogra jararaca que duvida de sua capacidade de ser boa esposa para Miguel e duvida que cadeirantes tenham alguma sexualidade.
Trocando em miúdos: o tal "merchandising social" de Manoel Carlos é muito limitado.
Trocando em miúdos: o tal "merchandising social" de Manoel Carlos é muito limitado.
Caro Marcelo, a personagem Luciana foi inspirada na vereadora Mara Gabrilli, da cidade de São Paulo. Alguns fatos da vida dela já foram incorporados à da personagem. Embora nada tenha sido mencionado pelo autor ainda, acredito que esta entrada da personagem na vida política vá acontecer. Esta poderia ser uma das guinadas do final da história, já que Manoel Carlos declarou que Luciana não voltará a andar. Ficamos na torcida.

Bom, o merchandising ainda está a passos lentos, é verdade, mas isso é uma característica de Manoel Carlos. Em Páginas da Vida, a luta pela guarda da filha de Nanda (anunciada na estreia) só aconteceu no último mês.
ResponderExcluirMas, há indícios interessantes, até para mostrar que o processo de adaptação pode ser lento mesmo. Uma coisa que está funcionando muito bem como merchandising é o blog de Luciana, virou uma espécie de ponto de encontro para trocar experiências... As pessoas desabafam, falam das necessidades, trocam experiências, está bem interessante.
Marcos, coloquei o link do seu blog lá no Entrebreaks, mas não estou achando aqui o local para seguir seu blog no google. Onde está?